+Academia: À CONVERSA COM O DESPORTO: Sofia Romano, Voleibol

O “À CONVERSA COM O DESPORTO” esta semana optou por manter-se em contacto com os futuros doutores, e neste caso, doutoras. Com 20 anos, a Sofia acredita que o Voleibol ainda pode ser o seu futuro.

Como entraste na modalidade do Voleibol?
– Comecei com as minhas irmãs aos 10 anos, fui experimentar e gostei. Como sou de Viana, entrei no VCV, Voleibol Clube Viana, e especializei-me como passadora.

Sofia Romano, aqui no VCV.

Já conhecias e já pensavas praticar no desporto universitário?
– Conhecia, mas não sabia que especificamente na UBI iria haver Voleibol. Através de uma colega minha, que também queria entrar, descobrimos que havia equipa. Depois fomos falar com o treinador e acabámos por entrar.

Não conseguiram a desejada qualificação para os CNU’s. O que correu mal?
– Várias coisas não correram como queríamos. Foi um misto. O facto de nos treinos não conseguirmos conciliar com toda a gente, também é um problema. Mas vamos trabalhar para ir para o ano.

Sofia, número 10, e a equipa de voleibol da AAUBI.

Tens algum ídolo ou referência neste desporto?
– Ídolo não, tenho algumas referências, como a Vanessa Rodrigues que também passadora no Atlético Voleibol Clube, de Famalicão e da Seleção.

Vanessa Rodrigues

Afinal no Voleibol, o que importa mais, o físico, ou a técnica?
– A técnica faz muita falta como em qualquer desporto. Sim, se tiveres força até podes acertar, mas se não tiveres técnica de salto e de remate facilmente se dá um ponto à outra equipa. E serve para tudo, defender, passar…

Até ao fim do curso, esperas continuar no Voleibol da AAUBI?
– Sim, quero continuar sempre, pois é algo que me completa e me faz feliz.

Achas que é possível trazerem uma medalha?
– Uma medalha não sei, mas trabalhar constantemente para ir aos campeonatos nacionais e fazer o melhor possível sim. Temos de ver que não estamos a competir contra equipas que são unicamente desporto universitário, são universidades associadas a grandes equipas.

Quando acabares o curso, vês o Voleibol continuar na tua vida?
– Será difícil conciliar tudo, mas não digo que seja impossível. Nos primeiros anos é um pouco mais complicado por causa da especialidade.

Trocarias o voleibol pela vida de médica?
– (risos) pergunta difícil. Se conseguisse conciliar sim, mas não trocaria (risos).

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